Vivências
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a da mulher encerrada em si mesma, no absoluto de si mesma...

10 Maio 2010

Saindo de casa é comum ver-se constrangido diversas situações a partir do momento em que somos abordados por um desconhecido.

Por vezes os encontros imediatos tornam-se mesmo desagradáveis dependendo da estratégia de abordagem usada por quem nos faz frente. Muitas são as vezes em que nos tentamos esquivar pelas mais variadas razões.

Quando alguém se aproxima com um livro de capa preta então os mais jovens tendem a fugir a sete pés.

A teologia não é um assunto comunmente aceite e a partir do momento em que se iniciam algumas conversações, estas parecem ter fel.

O preconceito e o tabu gerado em volta de determinados assuntos é evidente.

Neste caso, creio que um dos problemas está em volta da estratégia de abordagem.

Já diz a sabedoria popular "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", e as faixas etárias mais jovens tendem cada vez mais a desinteressar-se pela temática espiritualidade.

Mas na realidade acho que ambas as partes estão erradas quanto à forma de actuação:

 

1) Quanto à pessoa que é abordada: é essencial largar o preconceito, fomentar a racionalidade e estimular o pensamento.

Alem disso caiem muitas vezes no erro de considerar a hipótese da Salvação, à partida, como uma utopia surrealista.

É importante que se pense nessa possibilidade, quando não se crê, como tão possível quanto o impossível da mente:

 "E se for real? o que é que acontece? É melhor averiguar a veracidade", afinal é um assunto demasiado sério para se deixar levar pela preguiça

 

2) Quanto à pessoa que aborda: é importante que se adeque a estratégia de abordagem aos demais factores que condicionam um diálogo conveniente com a pessoa que é abordada.

Claro que um jovem não crente não aceitará A Bíblia como Elemento de autoridade à priori.

Costumo dizer que o caminho para a fé inicia-se na racionalidade, que percorre um longo caminho até dar as mãos com a fé que a partir desse momento passa a entronizar-se no coração de alguém.

Senão vejamos, racionalmente, que a ideia de a existência de Deus ser inexistente é uma possibilidade impossível.

Passo a explicar:

 

"No principio era o nada e o nada gerou todas as coisas (...) Foi o "nada" que despertou do sono de ser coisa nenhuma e resolveu vestir a roupagem dos elementos reais?" (Cury, Os segredos dO Pai-Nosso - A solidão dE Deus")

A existência de Deus não é portanto uma hipótese da fé, mas uma verdade cientifica.

Mas para quem não queira acreditar basta olhar lá para fora e ver.

Senão vejamos:

 

1) Uma coincidência: seria qualquer fenómeno aleatório tal como atirar um copo de vidro ao ar e ele cair sem sofrer danos, numa posição perfeitamente vertical.

 

2) Uma realidade: Por outro lado, o que nos rodeia testifica da existência inevitável de Deus, pois os milhões de espécies animais existentes, todos contendo sistemas biológicos perfeitamente funcionais, não poderiam ter sido criados por mero acaso probabilístico.

A probabilidade de isso acontecer é, caso o queiram avaliar, impossível.

 

Concluo que é uma situação ridícula ainda se propor o "acaso" como explicação para a existência da realidade como a conhecemos.

"Pq os atributos invisíveis dE Deus(...)claramente se reconhecem, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.

Tais homens são por isso indesculpáveis." parafraseando Romanos 1:20

Ainda seria possivel inferir sim, que existe indubitavelmente uma Entidade Criadora Superior, mas que isso não implica que Esta seja Deus como É apresentado.

Discorrerei no entanto sobre esse assunto numa próxima oportunidade.

 

 

http://algumasverdadesconvenientes.blogspot.com/search?updated-max=2009-06-26T15%3A34%3A00%2B01%3A00

publicado por RosaOliveira às 16:48

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