Vivências
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a da mulher encerrada em si mesma, no absoluto de si mesma...

29 Maio 2010

"O amor que perdura é um compromisso entre uma pessoa imperfeita e outra pessoa imperfeita. Significa que, aconteça o que acontecer, estou comprometido (a) contigo e com o teu crescimento."

 

 

Richard (Dick) Innes

publicado por RosaOliveira às 22:47

16 Maio 2010

A felicidade pode existir em cada momento e em cada situação.

Se considera o seu trabalho maçador, é porque você escolheu vê-lo desse jeito.

Se o seu vizinho é desagradável, é porque você o considera assim.

Aceite as coisas como elas são.

Encontre o lado bom das coisas ao seu redor.

Nada o fará feliz até que você decida ser feliz.

Aceite as coisas como elas são e você terá o poder de torná-las o que você quiser.

Nada tem o poder de fazê-lo feliz, mas você tem o poder de extrair felicidade de qualquer coisa.

Luta e conflito, riso e alegria, lágrimas e sorrisos, são todos parte da mesma abundante e incrível sinfonia que é a vida.

A riqueza de estarmos vivos nunca é condicional.

Ela não é feita apenas de diversão, mas você realmente gostaria que fosse assim?

Regozije-se com as voltas que sua vida dá, pois é disso que ela é feita.

Encontre-se no lado bom da vida!

 

Autor desconhecido

publicado por RosaOliveira às 14:31

10 Maio 2010

Saindo de casa é comum ver-se constrangido diversas situações a partir do momento em que somos abordados por um desconhecido.

Por vezes os encontros imediatos tornam-se mesmo desagradáveis dependendo da estratégia de abordagem usada por quem nos faz frente. Muitas são as vezes em que nos tentamos esquivar pelas mais variadas razões.

Quando alguém se aproxima com um livro de capa preta então os mais jovens tendem a fugir a sete pés.

A teologia não é um assunto comunmente aceite e a partir do momento em que se iniciam algumas conversações, estas parecem ter fel.

O preconceito e o tabu gerado em volta de determinados assuntos é evidente.

Neste caso, creio que um dos problemas está em volta da estratégia de abordagem.

Já diz a sabedoria popular "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", e as faixas etárias mais jovens tendem cada vez mais a desinteressar-se pela temática espiritualidade.

Mas na realidade acho que ambas as partes estão erradas quanto à forma de actuação:

 

1) Quanto à pessoa que é abordada: é essencial largar o preconceito, fomentar a racionalidade e estimular o pensamento.

Alem disso caiem muitas vezes no erro de considerar a hipótese da Salvação, à partida, como uma utopia surrealista.

É importante que se pense nessa possibilidade, quando não se crê, como tão possível quanto o impossível da mente:

 "E se for real? o que é que acontece? É melhor averiguar a veracidade", afinal é um assunto demasiado sério para se deixar levar pela preguiça

 

2) Quanto à pessoa que aborda: é importante que se adeque a estratégia de abordagem aos demais factores que condicionam um diálogo conveniente com a pessoa que é abordada.

Claro que um jovem não crente não aceitará A Bíblia como Elemento de autoridade à priori.

Costumo dizer que o caminho para a fé inicia-se na racionalidade, que percorre um longo caminho até dar as mãos com a fé que a partir desse momento passa a entronizar-se no coração de alguém.

Senão vejamos, racionalmente, que a ideia de a existência de Deus ser inexistente é uma possibilidade impossível.

Passo a explicar:

 

"No principio era o nada e o nada gerou todas as coisas (...) Foi o "nada" que despertou do sono de ser coisa nenhuma e resolveu vestir a roupagem dos elementos reais?" (Cury, Os segredos dO Pai-Nosso - A solidão dE Deus")

A existência de Deus não é portanto uma hipótese da fé, mas uma verdade cientifica.

Mas para quem não queira acreditar basta olhar lá para fora e ver.

Senão vejamos:

 

1) Uma coincidência: seria qualquer fenómeno aleatório tal como atirar um copo de vidro ao ar e ele cair sem sofrer danos, numa posição perfeitamente vertical.

 

2) Uma realidade: Por outro lado, o que nos rodeia testifica da existência inevitável de Deus, pois os milhões de espécies animais existentes, todos contendo sistemas biológicos perfeitamente funcionais, não poderiam ter sido criados por mero acaso probabilístico.

A probabilidade de isso acontecer é, caso o queiram avaliar, impossível.

 

Concluo que é uma situação ridícula ainda se propor o "acaso" como explicação para a existência da realidade como a conhecemos.

"Pq os atributos invisíveis dE Deus(...)claramente se reconhecem, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.

Tais homens são por isso indesculpáveis." parafraseando Romanos 1:20

Ainda seria possivel inferir sim, que existe indubitavelmente uma Entidade Criadora Superior, mas que isso não implica que Esta seja Deus como É apresentado.

Discorrerei no entanto sobre esse assunto numa próxima oportunidade.

 

 

http://algumasverdadesconvenientes.blogspot.com/search?updated-max=2009-06-26T15%3A34%3A00%2B01%3A00

publicado por RosaOliveira às 16:48

08 Maio 2010

O segredo do casamento não é a harmonia eterna.

Isso é pura utopia! Brigas, desentendimentos... a melhor solução é ponderar, esfriar a cabeça e seguir em frente com o mesmo homem.

O segredo, é renovar o casamento!

Isso exige cuidados, atitudes e preocupações que se esquecem na azáfama do dia-a-dia. É preciso renovar a relação. É preciso não deixar  de namorar, de cortejar, elogiar, seduzir e ser seduzida.

Lembra-se da última vez que saíu para dançar? Para ir ao cinema? Quanto tempo faz que não envia uns SMS românticos?... Há quanto tempo você não tenta conquistá-lo como se ele fosse um pretendente em potencial, que ainda não foi conquistado?

Há quanto tempo não vão de lua de mel... sem os filhos... sem os problemas...

Sei... está a pensar no excesso de peso... depois do casamento.

Porque será que um casal quando se separa perde 10/15 kg num mês? Porque não esforçar-se para  conseguir o mesmo juntos?

Imagine seu marido como um namorado novo.

Tudo muda num novo relacionamento... freqüentamos outros lugares, em alguns casos até de casa mudamos, mudamos o visual... tornamo-nos "outra" pessoa! 

Tudo isso pode ser feito sem que você se separe. Vamos ser honestos? ninguém aguenta a mesma mulher ou marido durante 20, 30 ou 50 anos com a mesma roupa, o mesmo batom, as mesmas gracinhas, mais o desleixo que se vai acumulando.

Quem opta pelo divórcio, muda tudo, aliás esse é um dos prazeres da separação. Até que volte a ficar tudo muito monótono? 

Quem se separa volta a ficar "encantado" e com a prespectiva de uma vida nova, de mudar. 

Mas... não é preciso um divórcio para mudar e ter coisas novas.

Basta investir no casamento, mudar de lugares e interesses e não ficar acomodada e desleixada.

Uma atitude dessas tem um preço elevado, por isso, muitas uniões se desfazem porque o casal se recusa a pagar pequenos custos. Recusa-se a gastar dinheiro e investir tempo naquilo que chama de "ninharias?".

Engraçado! A opção pelo divórcio não ficará mais dispendiosa? 

Não existe a tal "estabilidade do casamento", nem a devemos desejar.

Tudo muda, o mundo muda, nós também também, nosso marido, até a cidade em que moramos vai mudando... os amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto e ser criativo.

Fazemos isso no trabalho, por que não fazer na própria família?

Descubra o novo homem que vive ao seu lado. Problemas, discussões e chatices vão existir sempre.

Por isso, de vez em quando, é preciso casar de novo, e se experimentasse fazê-lo com o mesmo "par"?

Hoje, há por aí muita gente a dizer que não casa, porque um papel não é sinónimo de amor... é verdade, mas não será que é pura falta de vontade de assumir um compromisso sério?

Atrevo-me a dizer que: _ Quem parte para um relacionamento a pensar "se não der certo... separo-me", é meio caminho andado para o fim!

Seja uma heroína! Mantenha a sua família unida! Surpreenda o seu marido! Invista no casamento!

Porque VALE A PENA SER FELIZ!

 

publicado por RosaOliveira às 21:28

03 Maio 2010

Proponho estas linhas a todos os que, neste momento ou noutros momentos da vida, se sentem ninguém... e a todos os que querem sentir-se alguém, aos olhos da Pessoa certa.

Diário de ninguém, no passado, algures

“Não morro de amores por mim. Sinto-me ninguém com nome de gente. Olho para o meu rosto no espelho e não me importo comigo.

Olho para a alma no reflexo dos meus silêncios e descubro as feridas que acarinhei pelo tempo. As nódoas que deixei cair no pano, os medos que arrumei no sótão, o cheiro a miséria que invade os meus dias pelo facto de ter deixado de acreditar que há vida para além.

Os temores que me perseguem estão bem escondidos. Não os quero enfrentar. Acho-me um caso perdido.

Limitei-me a enfrentar o passado como uma herança, uma sina, um destino que não posso deitar fora.

Não tenho forças e descubro-me inútil na minha oração.

O Pai ama-me, dizem. Não sei. Pensei viver para todos e morrer para mim, mas desgastei-me.

Dei as mãos. Deram-me pedras.

Dei o tempo. Deram-me cargas.

Dei-me. Pisaram-me.

Tenho todos mas sou ninguém. Rejeito pensar em mim.

Rejeito cuidar da coisa mais importante que o Pai me deu: a minha vida.

Projecto-me nas luzes, nas máscaras, nas personagens que os outros admiram e urgem em bajular.

Desmorono-me nos braços daqueles que ainda me escutam, ainda lutam por mim.

Tudo o que o Pai tem para mim não tem um prazo, mas sinto que já perdeu a validade.

Amarrei-me na sombra. Desfiz o meu mundo. Espantei a vida. Deixei de acreditar. Descobri que não conheço esse a quem chamo Pai.

Só O vejo como amoroso às vezes. A maioria do tempo olho para o quadro acusador que me pintaram ao logo da vida e permaneço em desilusões próprias por não conseguir agradar-Lhe.

Chego a magicar que todos os meus medos são-Lhe incompreensíveis

“Um dia alguém me espantou com um elogio longe de ser imaginado pelas mentes brilhantes de intelectuais, de pensadores, de teólogos ou mestres.

Uma frase apenas. Nunca vi beleza nenhuma em mim.

De repente alguém teve a coragem de balbuciar que eu, ninguém, tinha alguma coisa que não via na minha miopia.

Foi um momento inesperado, que iniciou um processo.

Eu, ninguém, comecei a tornar-me alguma coisa, e depois, alguém. E um processo nunca é 100% indolor, fácil, certeiro, agradável, mas quando sabemos que somos amados pela pessoa mais amorosa do Universo, até quando batemos com o rosto no chão, podemos levantar-nos e continuar.

Mesmo que intranquilos e duvidosos, somos filhos.

Os meus fantasmas vêm do sótão para me assustar quando os desaires da vida acontecem sem previsão.

Nessas alturas, volto a crer que sou ninguém, mas aprendi a correr para os braços do meu Pai e perceber que Ele faz de mim alguém.

Por vezes os outros mudam as lentes da nossa mente, abanam o mar da nossa inércia, suspiram gritos por socorro para lutarmos por nós próprios.

Nas pequenas coisas, nas grandes tempestades.

Quando nos aceitamos como o Pai nos aceita, começamos a investir naquilo que o Pai também investe: em nós.

A vida tem de tudo para me fazer ninguém, mas muito para viver como alguém, alguém que é objecto do amor do Pai.

” Para o Pai não há “ninguém”, há sempre “alguém”. E eu sei disso.

publicado por RosaOliveira às 13:57

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